Caixa 2: Ada De Luca movimentou mais de meio milhão

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Segundo nota do colunista Moacir Pereira, do diário Catarinense, a decisão do juiz Davidson Mello, do Tribunal Regional Eleitoral de Santa Catarina, que autorizou a Policia Federal a cumprir mandados de busca e apreensão contra a deputada Ada de Luca (PMDB) e mais cinco pessoas de sua campanha de 2014 no sul do Estado, foi respaldada em laudo pericial feito em documentos recolhidos inicialmente com o vereador Márcio Dalmolin, do PSD de Içara.

A partir dali, as autoridades policiais chegaram a planilhas e documentos de caixa 2 em poder de Ivanor José Serafim, do PMDB de Içara. Tudo relacionado com a campanha à reeleição da deputada Ada de Luca, segundo relatório do magistrado eleitoral, a partir do laudo pericial.

Foram destacadas as expressões mais citadas na prestação de contas do caixa 2 como pagamentos de “boca de urna, acerto, consulta médica, óculos, medicamentos e emplacamentos”. O total levantado é de R$ 560.000,00. O inquérito foi requerido pela Procuradoria Regional da República, ao constatar as chamadas “despesas não contabilizadas”.

Na decisão do juiz eleitoral Davidson Mello, que autoriza os mandados, são relacionados como integrantes do esquema fraudulento e de falsificação de documentos, Arnaldo Lodeti Junior, Ricardo Tadeu Bittencourt, Toninho de Imbralit e Vanderlei José Zili.

A deputada estadual licenciada, atualmente secretária estadual de Justiça e Cidadania, Ada de Luca não atende o celular e nem se manifesta no telefone fixo. Limitou-se a emitir uma pequena nota declarando sua inocência. Não esteve ontem na Secretaria. A tarde inaugurou a ampliação do Presídio Santa Augusta, em Criciúma. Discursou, mas não tomou conhecimento da operação República Velha.

A Secretaria de Justiça e Cidadania também decidiu não se pronunciar, alegando que o alvo é a secretária e não o órgão.  Na nota emitida na noite de sexta-feira (24/11) sobre a operação República Velha, deflagrada pela Polícia Federal em Criciúma, Içara, Morro da Fumaça e Florianópolis. Ada disse que assim que tomar conhecimento dos fatos investigados, devidamente responderá.

 

NOTA OFICIAL

Em relação a “Operação República Velha”, deflagrada pela Polícia Federal nesta sexta-feira, é importante ressaltar que a própria polícia reiterou, por diversas vezes, que não há envolvimento da Administração Pública nas investigações.

O objeto de investigação diz respeito à prestação de contas da eleição de 2014. Tão logo chegue a meu conhecimento os fatos investigados, os mesmos serão devidamente respondidos.

Ada Faraco de Luca

Foto: Fábio Queiroz / Agência AL

 

 

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