Desastres naturais em pauta no terceiro setor de Rio do Sul

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Um dos objetivos do encontro foi demonstrar que o assunto é de responsabilidade de todos, não apenas dos governos

 De 1995 a 2014 os prejuízos acumulados com desastres atingiram R$ 17,6 bilhões em Santa Catarina, de acordo com levantamento do Centro de Estudos e Pesquisas de Engenharia e Defesa Civil da UFSC. O setor privado teve perdas da ordem de R$ 11,3 bilhões, somando a agricultura, a pecuária, a indústria e os serviços. Foram R$ 4,5 bilhões em prejuízos apenas em 2008, no estado. Esses foram alguns dos dados apresentados na reunião de segunda-feira, 26, entre lideranças do terceiro setor de Rio do Sul.

No encontro, aberto às entidades do município, foi demonstrado que a preocupação de todos deve ir muito além dos problemas causados pelas enchentes e inundações. Em Rio do Sul, também são recorrentes outros tipos de desastres hidrológicos, como as enxurradas e deslizamentos. O cenário, aliás, não é exclusividade da capital do Alto Vale. Diversos municípios da região já contabilizaram perdas com desastres climatológicos (estiagem, geada) e meteorológicos (vendaval, granizo e outros).

As várias entidades também puderam relatar se possuem ações ou mobilizações relacionadas ao tema. A proposta é que a partir da formatação de um grupo de trabalho, sejam definidas em quais frentes o terceiro setor poderá contribuir de forma articulada.

“Nós precisamos unir forças, ter o sentimento de coletividade na sociedade do Alto Vale do Itajaí e para isso precisam estar alinhados e munidos de informações”, afirma o presidente da ACIRS, Amandio João da Silva Júnior.

No próximo dia 06 de abril o grupo voltará a se encontrar, desta vez com o secretário de Defesa Civil do Estado, Rodrigo Moratelli para conhecerem detalhes os projetos previstos para a região.

“É importante que o projeto da Defesa Civil seja conhecido por todos, sejam sanadas as dúvidas da comunidade. A partir disso poderemos ajudar para que esse projeto seja efetivamente executado e tenhamos melhores condições para o enfrentamento das situações de risco”, salienta o presidente da ACIRS.

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