Ibirama promove 1ª Gincana InterCAPS

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Sob promoção da Prefeitura de Ibirama, será realizada nesta quinta-feira, dia 17, a 1ª Gincana InterCAPS do Alto Vale do Itajaí no Centro de Eventos Manoel Marchetti.  O evento é alusivo ao Dia Nacional da Luta Antimanicomial, comemorada anualmente no dia 18 de maio. A realização é do Centro de Atenção Psicossocial (CAPS), vinculado à Secretaria de Saúde, em parceria com a Secretaria de Assistência Social e Habitação.
As atividades, programadas das 8h às 16h, serão destinadas a usuários, familiares e profissionais de saúde da rede do CAPS. O credenciamento e o café de boas vindas terão início a partir das 8h. Após, será realizada a apresentação do evento, e posteriormente, às 9h30, será iniciada a gincana. Durante a tarde, serão realizadas apresentações culturais, aulão de Zumba e a entrega da premiação da gincana.
Mas o que é a luta antimanicomial?
No ano de 1987, 350 trabalhadores em saúde mental, saíram pelas ruas da cidade de Bauru, São Paulo, na primeira manifestação pública organizada no país com o lema “por uma sociedade sem manicômios”. Este ato marcou o II Congresso Nacional do Movimento dos Trabalhadores em Saúde Mental e concretizou o Movimento de Luta Antimanicomial. Este foi um passo importante na história do Movimento, pois deu início a um novo momento na luta contra a exclusão, a discriminação e a violência/tortura a que as pessoas com transtornos mentais eram submetidas.
Centro de Atenção Psicossocial
Em 1987, também surge o primeiro CAPS no Brasil, na cidade de São Paulo, sendo um serviço substitutivo ao modelo manicomial. O CAPS de Ibirama segue o novo modelo proposto e prioriza a reabilitação psicossocial, com a inclusão do usuário na família e na sociedade, resgatando sua autonomia e cidadania, através de um cuidado humanizado. As internações são realizadas somente se todos os dispositivos existentes foram utilizados e não foram efetivos ou se não há recursos disponíveis, no município, para o caso.
Importância da discussão
Apesar de já ter havido muitos avanços no que concerne à saúde mental, a luta ainda continua, por diversos motivos: pelo fim do estigma em relação às pessoas com transtornos mentais; pela importância e fortalecimento da saúde mental na atenção básica; por mais leitos psiquiátricos nos hospitais gerais para os casos de crises graves, pelo cuidado ao cuidador em saúde mental; por mais capacitações aos trabalhadores em saúde mental; pela inclusão e corresponsabilidade do familiar da pessoa com transtorno metal; entre outros motivos.
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