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Publicado há 00:40 | Atualizado em 16/07/19 às 12:07

Seminário debate estratégias para inclusão escolar

Seminário de Educação Inclusiva promoveu palestras para educadores e comunidade em geral em Rio do Sul

A movimentação de presentes, no dia 12, no Parque Universitário Norberto Frahm evidenciou o prestígio do evento. Na data aconteceu o Seminário de Educação Inclusiva. A iniciativa foi da Secretaria Municipal de Educação de Rio do Sul (Seduc) e Assembleia Legislativa de Santa Catarina (Alesc). Foi um dia de quatro palestras que versaram sobre inclusão social, educação escolar, neurociência e neurodesenvolvimento.

O prefeito, José Thomé, defende que “incluir é dividir o mesmo espaço. A criança com deficiência tem o direito de aprender e desfrutar de espaço igualitário para aprender. A escola contemporânea deve ser um ambiente igualitário para propor, de fato, conhecimento”. Thomé destaca a importância de realizar atividades para despertar a curiosidade deste público. Além da necessidade de se ter um olhar especial pela integração.

Thomé, lembrou ainda que “temos investido de forma maciça em ações que contemplem a educação especial. Aproveito a oportunidade para dizer que dos 70 agendamentos de consulta neurológica, 20 já foram realizados. No quesito inclusão social é necessário quebrar paradigmas para que possamos ter uma educação de qualidade e alto nível. Só então poderemos falar em desenvolvimento e promoção de consciência social”.

Ações

A secretária da pasta, Janara Mafra, resumiu o seminário como “um dia voltado exclusivamente para a obtenção de conhecimento e que enfatiza a importância de ações que contemplem a educação especial. 27% dos alunos da rede municipal de ensino tem alguma dificuldade de aprendizagem. Sendo que 277 estudantes apresentam laudos diversos que incluem alguma síndrome, deficiência ou transtorno”, pontua a servidora. Citou, ainda, o trabalho desenvolvido pelo Núcleo de Atendimento Educacional Especializado [Naee], que conta com infraestrutura com oito salas para realizar atendimento em diversas especialidades.

“Friso ainda a educação física adaptada, oficina de Libras no Ceplas, e, no quesito saúde, realizamos 70 encaminhamentos para consultas com neurologista entre outras ações. Esses são só alguns exemplos que comprovam o argumento de que há uma legislação que nos ampara e indica o trabalho que o município tem que fazer. Não basta falar em educação, tem que saber fazer, tem que haver comprometimento e determinação para fazer a diferença”, declara a secretária. O evento simbolizou o encerramento do primeiro semestre do ano letivo da rede municipal de ensino.