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Prevenção ao suicídio se faz também com pequenas ações, dizem especialistas

Grupo de trabalho na Câmara vai analisar maneiras de prevenir casos de suicídios, de automutilação e problemas psicológicos em jovens brasileiros.

Por Redação

10 de setembro de 2021

às 11:40

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 Preocupados com o aumento de casos de suicídio e de automutilação no País, sobretudo no contexto da pandemia de Covid-19, deputados e representantes do governo federal e da sociedade civil defenderam nesta quinta-feira (9), na Câmara dos Deputados, pequenas ações do dia a dia, como ouvir, apoiar e orientar outras pessoas, como estratégia para preservar vidas.

 “É importante não deixar pra lá, não menosprezar situações e não desviar o olhar. As pequenas ações podem sim influenciar positivamente a vida em sociedade”, destacou a deputada Liziane Bayer (PSB-RS), que coordenará um grupo de trabalho de 14 deputados que vai analisar maneiras de prevenir casos de suicídios, de automutilação e problemas psicológicos em jovens brasileiros.

 “Além da tristeza provocada pela pandemia, muitos jovens, por causa de exposição excessiva nas redes sociais, têm sido levados à depressão e, em último caso, até a colocar fim em suas vidas”, observou a deputada, ao lembrar que nesta sexta-feira, dia 10 de Setembro, celebra-se do Dia Mundial de Prevenção ao Suicídio. No Brasil, desde 2014, a Associação Brasileira de Psiquiatria (ABP) organiza o Setembro Amarelo, com ações e campanhas para salvar vidas.

 Coordenador da Frente Parlamentar de Prevenção ao Suicídio e à Automutilação da Câmara, o deputado Lucas Gonzalez (Novo-MG) destacou números alarmantes relacionados a mortes por suicídio no País. “Temos uma tentativa de suicídio a cada 40 segundos e um suicídio consumado a cada 40 minutos. No último ano, foram 13 mil vidas perdidas”, disse o deputado, que presidiu, nesta quinta-feira, os debates do terceiro Simpósio Nacional de Prevenção ao Suicídio e à Automutilação. “É uma realidade mais próxima do que nós imaginamos, silenciosa, e com a qual, na maioria das vezes, nós não sabemos agir”, acrescentou.

 Leila Herédia, que representou no simpósio o Centro de Valorização da Vida (CVV) – organização não-governamental que reúne voluntários treinados para oferecer ajuda por telefone (Disque 188), chat e email – disse que é preciso ampliar a escuta de pessoas em situação de vulnerabilidade e estar atento a todos os sinais. “A escuta que o CVV faz qualquer um pode fazer, desde que esteja treinado para perceber os primeiros sinais. Se a pessoa estava sempre sorridente e não está mais, se era brincalhona e não é mais, se gostava de sair e não gosta mais, ou outras mudanças repentinas de comportamento, isso pode indicar uma necessidade de apoio ou ajuda. Sempre vale perguntar”, observou.

 Fonte: Agência Câmara de Notícias

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