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3ª Promotoria de Justiça de Braço do Norte realiza atividade educativa com crianças e adolescentes acolhidos

Atividade também contou com a troca de experiências entre os participantes, explicações sobre como funciona o Ministério Público.

Por Redação

31 de julho de 2026

às 15:00

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“Hoje eu não estou aqui para fazer audiência nem para cobrar ninguém. Vim para conhecer vocês, conversar, brincar um pouco e explicar o que é o Ministério Público. Quero que vocês saibam que existem muitas pessoas trabalhando para proteger os direitos das crianças e adolescentes, e o Ministério Público é uma delas”. Foi dessa forma que a titular da 3ª Promotoria de Justiça de Braço do Norte, Luísa Niencheski Calviera, deu início a um encontro com 14 crianças e adolescentes acolhidos nesta quarta-feira (29/7). A inciativa ocorreu na sede da Promotoria de Justiça, em Braço do Norte, que tem atribuição na área da infância e juventude.

A atividade contou com a participação de crianças e adolescentes com idades entre 4 e 16 anos. O objetivo foi aproximá-los do Ministério Público de forma sensível e lúdica. Como estratégia, a Promotora de Justiça abordou a defesa dos direitos das crianças por meio de brincadeira “caça aos direitos”. Abaixo da cadeira de cada criança e adolescente havia bilhetes enumerando diferentes direitos, como educação, saúde, respeito, vida e lazer. Após ler o bilhete, cada participante teve a oportunidade de explicar o que ele entendia sobre esse direito. A participação foi recompensada com chocolates e mediada pela Promotora de Justiça, que ofereceu explicações complementares sobre o tema.

Além da brincadeira, a equipe da Promotoria de Justiça apresentou vídeos institucionais sobre o que é o Ministério Público e como a instituição atua. Antes da chegada das crianças, a equipe também decorou a sala com balões, preparou guloseimas e organizou um lanche.  

“Entre sorrisos, brincadeiras e muito aprendizado, as férias escolares ganharam um significado ainda mais especial: conhecer direitos, fortalecer a cidadania e descobrir que existe uma rede de proteção trabalhando por cada criança e adolescente”, disse a integrante do MPSC. “Crianças e adolescentes em acolhimento institucional muitas vezes têm contato apenas indireto com o sistema de Justiça. Por isso, elaboramos o momento descontraído para aproximá-los do Ministério Público de forma acolhedora e significativa”, complementou.

Fonte: Coordenadoria de Comunicação Social do MPSC

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