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Indústria catarinense gerou 47,1 mil novos empregos no primeiro semestre

O que afeta a competitividade no Alto Vale são as precárias condições de Infraestrutura, que inibem investimentos de capital de fora

Por Redação

7 de outubro de 2024

às 09:40

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Santa Catarina criou 47,1 mil novas vagas nas indústrias, no primeiro semestre de 2024. O setor da construção foi responsável pelo maior saldo de empregos, com 11,4 mil novas vagas. Em segundo lugar ficou o têxtil/confecção/couro/calçados, com 8.226 e em terceiro, o de alimentos e bebidas, com 5.471 vagas geradas.

No Alto Vale, foram 2.671 novos empregos gerados pelas indústrias.

Os três primeiros setores que mais contrataram   foram: madeira/móveis (569vagas), têxtil/confecção/couro/calçados (500 vagas) e alimentos/bebidas (299 vagas). As micro empresas lideram a criação de postos de trabalho, com 896 novas vagas, seguidas pelas pequenas (764), médias (653) e grandes (358).

No entanto, apesar de ter havido geração de novos empregos, de acordo com relatório mensal do Observatório da Indústria, no Alto Vale, o saldo vêm reduzindo a cada mês:

Janeiro: 1.681

Fevereiro: 604

Março: 139

Abril: 137

Maio: 07

Junho: 107

Julho: – 04

Em Santa Catarina, o saldo também diminuiu de janeiro a maio, mas houve recuperação em junho e julho:

Janeiro: 18.044

Fevereiro: 10.908

Março: 6.162

Abril: 6.084

Maio: 2.014

Junho: 3.958

Julho: 4.126

“A indústria do Alto Vale é diversificada. Os segmentos são impactados de forma diferente, conforme os ciclos econômicos e isso mantém o equilíbrio da economia regional. Temos falta de trabalhadores qualificados por conta das evoluções tecnológicas. Precisamos focar no treinamento e nas oportunidades de escolas profissionalizantes. De forma sazonal, pode ocorrer que alguns setores, que são altamente contratantes, fiquem retraídos por algum período do ano. Mas pelas expectativas de investimentos, acreditamos que a média anual de contratações deve aumentar”, explicou o vice-presidente da Fiesc para o Alto Vale, André Armin Odebrecht.

O que afeta a competitividade no Alto Vale são as precárias condições de Infraestrutura, que inibem investimentos de capital de fora. “Sem planejamentos concretos, esta situação infelizmente tende a continuar. Porém, a resiliência e o empreendedorismo da região ainda compensam esta adversidade”, ressaltou André.

Fonte: Assessoria de Imprensa Debora Claudio – Jornalista 

Com informações: https://observatorio.fiesc.com.br/

Crédito fotos: https://br.freepik.com/

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