De modo absurdo e inédito na história, a chamada ‘ciência moderna’, autoridades de saúde e políticos do mundo inteiro tentam apagar a existência de uma proteção inata de todo ser humano: a imunidade natural.
Decorrente da existência do sistema imunológico que carregamos no próprio organismo, o mecanismo que proporciona a defesa frente a infecções provocadas por patógenos nos trouxe vivos como espécie ao presente século, mas é completamente desprezado nestes dois anos de ‘pandemia’ de Covid-19.
Médicos fortemente censurados pela ‘grande mídia’ denunciam essa manipulação. Enquanto não são totalmente cancelados também pelas redes sociais, esses profissionais defendem a resposta imune fabricada pelo próprio corpo exposto a ameaças biológicas.

Vacina x Imunidade Natural: O que protege mais?
O médico José Augusto Nasser afirma: “Se você teve a doença, se recuperou e tem todos os anticorpos contra as 29 proteínas do vírus Sars-Cov-2, meu amigo, você tem um cartão ouro”.
Nasser acrescenta que a imunidade natural é imbatível: “Pode passar em qualquer lugar, você não pega a doença de ninguém e não passa para ninguém”.

Em uma entrevista ao jornal Gazeta do Povo, em setembro do ano passado, referindo-se às atuais vacinas, o médico disse: “A eficácia e a segurança a longo prazo não foram comprovadas, portanto, os produtos são experimentais. Por isso, as pessoas têm direito de recusá-los”, acrescentou o médico.
Já o imunologista Roberto Zeballos afirma que “a vacina está fora de moda [defasada] para a ômicron”, em entrevista concedida este mês ao programa “Direto ao Ponto” da Jovem Pan.
Para os que sustentam que a inoculação dá proteção superior à imunidade natural, ele diz: “Me desculpe. O sol não é azul. Estou vendo isso nos meus pacientes”.
Dr. Zeballos reforça: “Acredito que essa variante ômicron vai imunizar muito mais do que a vacina”, proporcionando a chamada imunidade de rebanho, a exemplo do que está acontecendo na África do Sul e já sugerem dados em Israel e Portugal.
De acordo com Robert Malone, imunologista e virologista estadunidense, as vacinas não previnem a infecção pela variante ômicron, a replicação viral ou a disseminação. Tampouco ajudarão a alcançar a chamada imunidade de rebanho, alerta o médico.
Malone afirma: “Em contraste, a imunidade natural após infecção e recuperação da Covid é duradoura, ampla e altamente protetora de doença e morte causada por este vírus”.
DIVE/SC: Pergunte e prepare-se para ser ignorado…
Apesar da importância da imunidade natural no contexto da atual ‘pandemia’, governos do mundo todo resolveram desprezá-la.
Recentemente, através de aplicativo de mensagens, o portal Alto Vale Agora perguntou para a assessoria de imprensa da Diretoria de Vigilância Epidemiológica de Santa Catarina (DIVE/SC): o órgão “dispõe de estimativa de índice da população catarinense que já tem a imunidade natural frente ao vírus?”
“Não dispomos dessa informação”, foi a resposta.
Insistimos: “Por que os especialistas da DIVE desconsideram esse fator? Não é mensurável? Não tem relevância? Não é sua atribuição?”
A assessoria interrompeu a conversa e mantém as indagações ignoradas, assim como está sendo feito com a imunidade natural das pessoas.
‘Velha mídia’ aponta apenas um ‘salvador’
“Vacina ou infecção natural: qual protege mais contra a Covid-19?”
A pergunta é feita em uma manchete recente de uma grande revista nacional, a Veja, que também dá a seguinte resposta: “níveis de anticorpos são maiores nos imunizados em comparação com quem teve Covid-19 e não tomou vacina”.
Segundo a reportagem, o estudo que “sugere” esse resultado é dos pesquisadores do Centro de Controle e Prevenção de Doenças nos Estados Unidos (CDC, na sigla em inglês).
O CDC é o mesmo que está envolvido em uma série de suspeitas de conflitos de interesse com a indústria farmacêutica na recomendação de vacinas.
O CEO da Pfizer, Albert Boula, por exemplo, em setembro passado, elogiou o órgão por endossar vacinas de reforço.
Naquele mês, a direção do Centro de Controle americano havia decidido passar por cima da orientação e votação do seu próprio conselho científico contra doses extras para jovens e pessoas com comorbidades.
Já no início de 2022, o CDC mudou até a definição de “totalmente vacinado”. A diretora da instituição, Rochelle Walensky, disse: “Agora estamos recomendando que os indivíduos fiquem ATUALIZADOS com as doses adicionais para as quais são elegíveis”.
Inimigo de trilhões
Por que ignorar a imunidade natural?
Essa é a pergunta que não quer calar na mente de quem ainda tem dois neurônios funcionando e que não sofreu uma lavagem cerebral completa.
Patrocinada pela indústria farmacêutica e pelos interesses globalistas, a ‘grande mídia’ faz propaganda e não questiona nada. Pelo contrário, ajuda a fingir que o sistema imune não representa mais proteção alguma para os seres humanos.
O desprezo ao assunto é tamanho que a existência de tais anticorpos naturais é descartada também pelos governos ditadores, loucos para impor controle através de passaportes de vacinação. O documento, diga-se de passagem, é um ‘tiro no pé’. Afinal, favorece a circulação de superespalhadores de Covid, uma vez que os vacinados continuam se infectando e transmitindo o vírus.
Pelo visto, o sistema imunológico humano encontrou um grande inimigo: a chamada “Big Pharma” (Gigantes Farmacêuticas), de olho em trilhões de dólares e com sua agenda de multivacinações alinhada aos interesses da Organização das Nações Unidas (ONU).
Então, já deu para entender. Uma vez que a imunidade natural é um presente gratuito da natureza, dificulta o controle das massas e não dá dinheiro, ela é uma ‘pedra no sapato’. Por isso, é – vergonhosamente – desprezada.
Esse serviço sujo está sendo feito pelos controladores globalistas em cumplicidade com todos os gananciosos abutres desta ‘pandemia’.

Fonte: Redação