- A informação que gera opinião!

Audiência debaterá Agosto Branco de conscientização sobre câncer de pulmão

Tabagismo é o principal fator de risco para o câncer de pulmão.

Por Redação

23 de agosto de 2021

às 11:40

Compartilhe

 A comissão especial criada pela Câmara dos Deputados para acompanhar as ações de combate ao câncer no Brasil realiza, na quinta-feira (26), audiência pública para debater a campanha Agosto Branco de conscientização sobre o câncer de pulmão.

 A deputada Flávia Morais (PDT-GO), que solicitou a reunião, afirma que o debate é necessário para incentivar a implementação de políticas públicas que possam garantir maior sobrevida a quem é diagnosticado com a doença.

 Segundo a deputada, cerca de 13% de todos os novos casos de câncer são de pulmão, sendo o segundo tipo de câncer com maior incidência de morte entre homens e mulheres. “Apesar de ser responsável por uma em cada cinco mortes por câncer no Brasil, ainda temos dificuldade em conseguir diagnosticar precocemente o câncer de pulmão”, diz Flávia Morais. “Se descoberto em estágio inicial, a taxa de sobrevida de pacientes com este tipo de câncer aumenta em 56%”, ressalta.

 A deputada afirma que, em 2016, 86,2% dos pacientes foram diagnosticados com câncer de pulmão em estágios 3 e 4 no País, segundo dados do Radar do Câncer. “O diagnóstico precoce é um grande desafio nesse tipo de câncer, já que ele evolui rápido e, na maioria dos casos, os sinais e sintomas só aparecem em estágio já avançado da doença.”

 Flávia Morais alerta que o tabagismo é o principal fator de risco para o desenvolvimento do câncer de pulmão, mas lembra que um estudo recente mostrou que outros 29 agentes foram reconhecidos como fatores de risco.

 Fonte: Agência Câmara de Notícias

Últimas notícias

Ao responsabilizar secretária Rozi Terezinha de Souza pela irregularidade envolvendo servidor que não bateu ponto no intervalo do almoço durante um ano, Eder Ceola foi enfático: “Ela tem que devolver esses R$ 7 mil [que o médico faturou a mais por mês] para o povo.” E acrescenta: “O que mais me deixa triste, é que dava pra tirar todas as filas da ressonância” com o dinheiro das horas extras pagas ao especialista de forma indevida.
Gestor público taioense terá que se empenhar bem mais para garantir a liberação de outros R$ 6 milhões necessários à construção do anexo do Hospital e Maternidade Dona Lisette e cumprir promessa de instalação de uma UTI no quinto andar do futuro bloco.
Para vergonha da sua gestão, Horst Alexandre Purnhagen (MDB) mantém o fracasso que vem do mandato anterior. O político ainda não conseguiu concluir uma simples ponte estaiada bem no coração da cidade. E o pior: um aditivo, recém-assinado, fez o custo do serviço aumentar R$ 470 mil.