A cada visita às comunidades do Alto Vale do Itajaí (SC), a pré-candidata à Assembleia Legislativa do Estado de Santa Catarina (Alesc), Solange Aparecida Bitencourt Schlichting, a Chica (PL), deixa clara uma bandeira que carrega até mesmo antes dos dois mandatos à frente da Prefeitura de Salete: a defesa incondicional da agricultura familiar e das famílias que vivem no interior.
Para ela, não há desenvolvimento sem olhar para o campo. “É no campo que nasce o alimento, é no campo que a economia se sustenta e é no campo que vive gente que merece respeito e investimento”, costuma destacar em conversas com produtores rurais.
Agricultura familiar no centro do debate
Chica defende que programas de incentivo à agricultura familiar sejam fortalecidos, garantindo crédito facilitado, apoio técnico e espaço garantido nas compras públicas — especialmente na merenda escolar e nos programas de abastecimento alimentar.
A pauta encontra eco imediato entre os agricultores, que veem na pré-candidata alguém que fala a mesma língua.
Em rodas de conversa, o comentário mais ouvido é de que ela não promete milagres, mas sabe onde buscar soluções.

(foto registro redes sociais).
Estradas e infraestrutura: qualidade de vida no interior
Outro ponto que marca suas agendas é a cobrança por melhorias em estradas vicinais, manutenção de pontilhões e saneamento básico em áreas rurais.
Nos encontros com as comunidades do Alto Vale, são frequentes os relatos de dificuldades no transporte escolar e no escoamento da safra por estradas precárias. Nessas conversas, o tom se repete: “não dá mais para esperar”.
Para muitos moradores, ouvir de Chica que a infraestrutura rural é prioridade desperta esperança. É como se, finalmente, alguém traduzisse em palavras o que eles vivem na pele todos os dias no interior.

(foto registro redes sociais).
Uma pré-candidatura que brota da comunidade
O movimento em torno do nome de Chica cresce justamente por essa conexão direta: ela não fala sobre o povo, fala com o povo. Não se coloca acima, mas ao lado.
Em tempos de descrença, ganha força a ideia de ter na Alesc alguém que saiba o que significa viver numa estrada de chão, depender do transporte escolar rural ou esperar pela compra da safra.
Em 2026, será que o Alto Vale escreverá sua história com a força de uma mulher no Parlamento catarinense? O voto dirá.

(foto registro redes sociais).