Com dois mandatos à frente da Prefeitura de Salete (2017–2024), Solange Aparecida Bitencourt Schlichting, a Chica (PL), desponta como uma das apostas mais naturais do Alto Vale do Itajaí para a eleição estadual de 2026. Reconhecida pela gestão próxima da comunidade, ela vem ganhando cada vez mais espaço na corrida por uma vaga na Assembleia Legislativa de Santa Catarina (Alesc), em Florianópolis.
A pré-candidatura conta com o apoio do deputado estadual Maurício Eskudlark (PL), que colocou à disposição de Chica toda sua base política na região. Mas, mais do que isso, o que impulsiona seu nome é o respaldo popular. Sua trajetória como prefeita é lembrada pelo jeito de fazer acontecer, pelo estilo simples e pela forma direta de lidar com os problemas da população.

Chica tem declarado que pretende representar na Alesc os agricultores, motoristas e trabalhadores do interior catarinense — justamente os que, segundo ela, sustentam a economia do estado, mas continuam à margem das grandes decisões políticas. Para apoiadores, o diferencial da pré-candidata é não aparecer como mais um projeto de poder, mas como uma candidatura nascida do reconhecimento do povo.
Seu nome já circula com força não apenas em Salete e Taió, no Vale Oeste, mas em diversos municípios de todo o Alto Vale. A ideia de ter alguém “da terra e do povo” na Assembleia anima quem andava desacreditado, e reacende a esperança de ter uma voz de verdade, que conheça de perto os desafios e lute pelas causas regionais.
Entre tantas candidaturas fabricadas, a de Chica segue ganhando espaço — não por imposição, mas por reconhecimento.
E é justamente essa diferença — de origem, de postura e de propósito — que faz de Chica mais do que uma candidata: faz dela uma esperança real para o Alto Vale nas próximas eleições.
