O VIII Concurso Literário Manoel Karam recebeu 173 inscrições, com 112 poemas e 61 contos escritos por estudantes de 18 escolas públicas e privadas de Rio do Sul. Esses números representam a maior participação de alunos entre as edições do concurso, que este ano é direcionado a estudantes do 6º ao 9º ano do Ensino Fundamental e do 1º ao 3º ano do Ensino Médio.
O tema proposto aos textos era livre e o concurso tem duas categorias, conto e poema, podendo cada aluno ter inscrito um trabalho em cada uma delas. Três trabalhos em cada categoria e subcategoria (Ensino Fundamental e Ensino Médio) serão selecionados mediante avaliação de profissionais da área. Os avaliadores terão como base critérios como originalidade e criatividade, ortografia e gramática, coesão e coerência.
O primeiro colocado em cada categoria e em cada subcategoria receberá certificado e um Kindle. O segundo colocado levará um certificado e R$ 250,00 em vale-livro, enquanto o terceiro receberá certificado e R$ 150,00 em vale-livro. Os professores orientadores dos alunos premiados receberão: um Kindle para o primeiro colocado, um vale-livro de R$ 150,00 para o segundo e um vale-livro de R$ 100,00 para o terceiro colocado.
O concurso é organizado pela Associação de Escritores do Alto Vale do Itajaí em parceria com a Prosacult Editora e Produtora Cultural. O projeto é realizado com patrocínio do Prêmio Nodgi Pellizzetti de Incentivo à Cultura 2025, por meio do Sistema Municipal de Cultura, Fundação Cultural e Prefeitura Municipal de Rio do Sul.
O nome desta ação cultural e pedagógica homenageia o escritor, dramaturgo e jornalista Manoel Carlos Karam. Ele nasceu em Rio do Sul/SC, em 1947, sendo filho do conhecido Titio Karam, que foi jornalista, agitador cultural e que comandava um programa de auditório ao vivo numa emissora de rádio AM. Aos 19 anos, deixou a cidade natal para estudar jornalismo em Curitiba. Viveu na capital paranaense até a sua morte, em 1º de dezembro de 2007. Karam escreveu e dirigiu dezenas de peças de teatro, além de 14 romances e livros de contos, como Cebola, lançado em 1996 e vencedor do Prêmio Cruz e Souza de Literatura no ano seguinte.
Fonte: Tiago Amado