- A informação que gera opinião!

Dupla que matou homem para roubar motocicleta é condenada a 22 anos de prisão

Os réus tiveram a prisão preventiva decretada em 20 de março, dois dias após o crime.

Por Redação

22 de julho de 2021

às 12:40

Compartilhe

 O juiz André da Silva Silveira, que responde atualmente pela Vara Criminal de Caçador, condenou dois homens a 22 anos de reclusão e pagamento de 23 dias-multa, por latrocínio e comunicação falsa de crime. A dupla esfaqueou e matou a vítima para roubar sua motocicleta. O fato ocorreu em 18 de março deste ano, no município de Anta Gorda, meio-oeste catarinense.

 Naquela tarde, os réus foram ao distrito de Ipoméia com o intuito de roubar uma motocicleta. Eles anunciaram o assalto ao abordar o proprietário do veículo com uma faca. A vítima, por sua vez, tentou reagir e entrou em luta corporal com os criminosos, mas acabou morta com uma facada na região dorsal e uma pedrada na cabeça.

 Posteriormente, um dos assassinos buscou atendimento médico no Pronto Atendimento Municipal para estancar os ferimentos decorrentes da luta corporal. Na ocasião, ele tentou ainda ludibriar as autoridades ao inventar que tinha sido vítima de um assalto.

 Segundo consta na denúncia, os criminosos também retornaram ao local do latrocínio no fim daquele dia para alterar o cenário do crime e assim enganar os peritos. Eles teriam ocultado o cadáver na mata para impedir a colheita de provas e dificultar a localização da vítima, mas foram absolvidos do crime de fraude processual devido a carência de provas.

 Os réus tiveram a prisão preventiva decretada em 20 de março, dois dias após o crime, e permaneceram reclusos até o julgamento. As penas devem ser cumpridas, inicialmente, em regime fechado. A dupla não obteve o direito de recorrer em liberdade. Segundo explicou o magistrado na sentença, “a forma cruel com que praticaram o delito demonstra o baixo valor que dão à vida humana, razão pela qual a segregação permanece necessária”

 Fonte: TJSC

Últimas notícias

Suspeita de fraude milionária com recursos federais envolve entidade de assistência social contratada por duas prefeituras catarinenses entre 2014 e 2016 e que, depois, com outro nome, firmou contrato com uma terceira prefeitura entre 2018 e 2020. Operação foi deflagrada em oito municípios.
Docente teria constrangido adolescentes a tal ponto que elas não queriam mais entrar na sala de aula. Fonte contou ao portal Alto Vale Agora que as estudantes relataram olhares insinuantes e piadas sujas dele no ambiente escolar.
Eder Ceola pede “instauração de Inquérito Civil Administrativo” contra Rozi Terezinha de Souza para apurar pagamentos totais de R$ 1,2 milhão a médico credenciado pela prefeitura.