- A informação que gera opinião!

GAECO e GEAC deflagram Fase II da operação Concreto Armado na Comarca de Otacílio Costa

Estão sendo cumpridos mandados de busca e apreensão nas cidades de Otacílio Costa e Palmeira para investigar possíveis crimes contra a administração pública.

Por Redação

28 de junho de 2021

às 10:00

Compartilhe

 Na manhã de sexta-feira (25/6), o Grupo de Atuação Especial de Combate às Organizações Criminosas (GAECO), em conjunto com o Grupo Especial Anticorrupção (GEAC), deflagrou a fase II da operação batizada como “Concreto Armado”, realizando o cumprimento de mandados de busca e apreensão nas cidades de Otacílio Costa e Palmeira.  

 A Promotoria de Justiça da Comarca de Otacílio Costa, o GAECO e o GEAC, após a deflagração da primeira fase da operação e da instrução do procedimento investigatório criminal, colheu indicativos da prática de crimes de associação criminosa, fraude a licitação, entre outros, por parte dos investigados e com o surgimento de indícios da participação de um agente público ligado ao município de Palmeira.  

 O nome da operação deve-se ao fato de a empresa envolvida nas fraudes atuar na área de blocos e artefatos de cimento, possivelmente beneficiada em processos licitatórios organizados pela gestão municipal.  

 Foram expedidos pelo Poder Judiciário (Vara Única da Comarca de Otacílio Costa) quatro mandados de busca e apreensão, que estão sendo cumpridos por policiais do GAECO com o apoio do Instituto Geral de Perícias.

 Fonte: MPSC

Últimas notícias

Suspeita de fraude milionária com recursos federais envolve entidade de assistência social contratada por duas prefeituras catarinenses entre 2014 e 2016 e que, depois, com outro nome, firmou contrato com uma terceira prefeitura entre 2018 e 2020. Operação foi deflagrada em oito municípios.
Docente teria constrangido adolescentes a tal ponto que elas não queriam mais entrar na sala de aula. Fonte contou ao portal Alto Vale Agora que as estudantes relataram olhares insinuantes e piadas sujas dele no ambiente escolar.
Eder Ceola pede “instauração de Inquérito Civil Administrativo” contra Rozi Terezinha de Souza para apurar pagamentos totais de R$ 1,2 milhão a médico credenciado pela prefeitura.