- A informação que gera opinião!

Júri condena a 12 anos de prisão homem que cometeu homicídio com ajuda de adolescente em Blumenau

O crime ocorreu em 12 de maio de 2019, na "Prainha do Zendron", em Blumenau.

Por Redação

7 de julho de 2021

às 11:20

Compartilhe

 O Tribunal do Júri condenou o homem denunciado pelo MPSC à pena de 12 anos de prisão por homicídio triplamente qualificado. O crime ocorreu em 12 de maio de 2019, na “Prainha do Zendron”, em Blumenau.

 Um homem denunciado pelo Ministério Público de Santa Catarina (MPSC) por homicídio qualificado foi condenado pelo Tribunal do Júri da Comarca de Blumenau a 12 anos de prisão, em sessão realizada nesta segunda-feira (5/7). O crime ocorreu em 12 de maio de 2019, na “Prainha do Zendron”, em Blumenau.

 A ação penal ajuizada pela 9ª Promotoria de Justiça da Comarca de Blumenau relatou que o acusado, acompanhado de um adolescente, convidou a vítima para usar drogas em outro local, após um desentendimento entre eles em um posto de combustíveis onde bebiam, pelo fato de o denunciado ter ouvido falar que a vítima era supostamente um estuprador.

 No caminho, o adolescente entrou na casa de um conhecido e pegou uma faca, que entregou ao réu sem que o outro homem percebesse. Quando chegaram ao local do combinado, o criminoso esperou a vítima se acomodar e então a atacou de surpresa com diversos golpes de faca na região da face, cabeça e cervical, que causaram a sua morte.

 No julgamento, a Promotora de Justiça Stephani Gaeta Sanches sustentou que o crime foi praticado por motivo fútil, decorrente da discussão no posto de combustível, mediante dissimulação e com utilização de meio cruel.

 O Conselho de Sentença condenou o homem por homicídio triplamente qualificado – por motivo fútil, uso de meio cruel e mediante dissimulação – à pena de 12 anos. O réu permaneceu preso preventivamente durante o curso do processo e não poderá aguardar o julgamento de eventual recurso em liberdade.

Fonte: MPSC

Últimas notícias

Suspeita de fraude milionária com recursos federais envolve entidade de assistência social contratada por duas prefeituras catarinenses entre 2014 e 2016 e que, depois, com outro nome, firmou contrato com uma terceira prefeitura entre 2018 e 2020. Operação foi deflagrada em oito municípios.
Docente teria constrangido adolescentes a tal ponto que elas não queriam mais entrar na sala de aula. Fonte contou ao portal Alto Vale Agora que as estudantes relataram olhares insinuantes e piadas sujas dele no ambiente escolar.
Eder Ceola pede “instauração de Inquérito Civil Administrativo” contra Rozi Terezinha de Souza para apurar pagamentos totais de R$ 1,2 milhão a médico credenciado pela prefeitura.