- A informação que gera opinião!

Mãe é condenada a 18 anos de reclusão por morte de bebê

Ela foi condenada pelo crime de homicídio qualificado, ocorrido em cidade do Vale do Itajaí.

Por Redação

3 de agosto de 2021

às 12:40

Compartilhe

 A mulher acusada de causar lesões e morte do filho de um mês e seis dias em outubro de 2020, na cidade de Indaial, foi condenada em sessão do Tribunal do Júri. O Conselho de Sentença, formado por sete juradas, julgou a ré culpada pela morte do filho. Ela foi condenada pelo crime de homicídio qualificado – por uso de meio cruel – com causa de aumento por ser a vítima menor de 14 anos, à pena de 18 anos e oito meses de reclusão no regime fechado.

 A ré​ sempre negou os fatos. A promotoria de justiça pediu a condenação por homicídio qualificado por uso de meio cruel. Por sua vez, a defesa clamou pela absolvição da ré ou desclassificação para o crime de infanticídio, sob a alegação de que a mulher estava com depressão pós-parto e que, se fez algo contra a criança, agiu sob influência do estado puerperal.

 A condenada tem direito a recorrer da decisão, porém está presa preventivamente até o trânsito em julgado da sentença, quando iniciará o cumprimento da pena. O julgamento foi presidido pela juíza Leila Mara da Silva e ocorreu no salão do Tribunal do Júri da comarca de Indaial, na última quinta-feira (29/7). O processo tramita sob sigilo.

 Fonte: TJSC

Últimas notícias

Suspeita de fraude milionária com recursos federais envolve entidade de assistência social contratada por duas prefeituras catarinenses entre 2014 e 2016 e que, depois, com outro nome, firmou contrato com uma terceira prefeitura entre 2018 e 2020. Operação foi deflagrada em oito municípios.
Docente teria constrangido adolescentes a tal ponto que elas não queriam mais entrar na sala de aula. Fonte contou ao portal Alto Vale Agora que as estudantes relataram olhares insinuantes e piadas sujas dele no ambiente escolar.
Eder Ceola pede “instauração de Inquérito Civil Administrativo” contra Rozi Terezinha de Souza para apurar pagamentos totais de R$ 1,2 milhão a médico credenciado pela prefeitura.