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MPSC sedia 2ª Reunião do Grupo Nacional de Controle Externo da Atividade Policial

No encontro, representantes do MP brasileiro articularam agenda comum para enfrentar desafios nacionais na área.

Por Redação

11 de agosto de 2025

às 14:00

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A 2ª Reunião Ordinária do Grupo Nacional de Controle Externo da Atividade Policial do Conselho Nacional de Procuradores-Gerais do Ministério Público dos Estados e da União, realizada nesta sexta-feira (8/8) em Florianópolis, concentrou o diálogo na busca por uma pauta nacional comum frente aos desafios ao Ministério Público brasileiro na área. O encontro, sediado pelo Ministério Público de Santa Catarina (MPSC), ocorreu na sede da Procuradoria-Geral de Justiça. 

Com temas como letalidade policial e modelagens adotadas por MPs, a 2ª Reunião Ordinária do Grupo Nacional de Controle Externo da Atividade Policial ocorreu de forma presencial e on-line, unindo representantes de grupos, coordenadorias e unidades especializadas do MP brasileiro. 

A Procuradora-Geral de Justiça do MPSC, Vanessa Wendhausen Cavallazzi, deu as boas-vindas aos participantes, considerando o controle externo da atividade policial como um dos temas atuais da sociedade. “Temos desafios muito importantes, que vão desde o contingente policial, a necessidade do aparelhamento do policial, o policiamento para enfrentar a criminalidade que nós temos na rua até os protocolos policiais de abordagem. Ainda é uma atividade, uma faceta da atuação do Ministério Público em que estamos à busca de modelagens adequadas”, disse. E completou: “Então, reunir o Brasil inteiro, os melhores Promotores e Promotoras de Justiça, Procuradores e Procuradoras de Justiça com atuação na área, é indispensável para a troca de experiências e para a elaboração desses modelos”. 

“Respostas que a sociedade espera” 

A reunião foi presidida pelo Procurador-Geral de Justiça do Estado do Rio de Janeiro e Presidente do Grupo Nacional de Controle Externo da Atividade Policial do Conselho Nacional de Procuradores-Gerais, Antonio José Campos Moreira.  

“Hoje os problemas não se resumem aos estados; são locais, mas também interestaduais, envolvem vários estados da Federação e muitas vezes transnacionais. O momento exige que haja por parte do Ministério Público uma uniformização mínima, respeitadas as peculiaridades e realidades locais de cada estado, de cada Ministério Público, mas que haja uma uniformização de procedimentos e que permita uma resposta melhor à sociedade”, destacou. O Procurador-Geral de Justiça do RJ citou a criminalidade organizada como problema nacional e a necessidade de definir estratégias, métodos, finalidades e objetivos uniformes, permiti

Letalidade 

Durante o dia, houve apresentações de grupos de trabalho sobre temas como letalidade policial e modelagens adotadas pelo MP brasileiro para a atuação no controle externo da atividade policial e de resultados de diagnóstico realizado pela Comissão do Sistema Prisional, Controle Externo da Atividade Policial e Segurança Pública do Conselho Nacional do Ministério Público. Também houve discussão sobre atribuição e forma de estrutura de modelos de atuação nas distintas regiões do país sobre o controle externo da atividade policial, além de assuntos gerais. 

O Coordenador do Centro de Apoio Operacional Criminal e da Segurança Pública do MPSC, Promotor de Justiça Geovani Werner Tramontin, representou o Ministério Público catarinense na reunião. Em sua fala, Tramontin discorreu sobre a estrutura existente e a atuação do MPSC na área. 

Fonte: Coordenadoria de Comunicação Social do MPSC.

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