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Programa Indira realiza rodas de conversa em três comarcas do litoral e norte de SC 

Ações ocorreram em Jaraguá do Sul, Tijucas e Itapema, com apoio essencial das equipes locais 

Por Redação

3 de julho de 2025

às 13:00

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Em três dias de escuta qualificada e diálogo aberto, o Programa Indira reuniu 93 mulheres nas comarcas de Jaraguá do Sul, Tijucas e Itapema. Realizadas nos dias 25, 26 e 27 de junho, as rodas de conversa reforçaram o compromisso do Tribunal de Justiça de Santa Catarina (TJSC) com a prevenção e o enfrentamento da violência doméstica e familiar no contexto institucional.

Executado pela Coordenadoria da Mulher em Situação de Violência Doméstica e Familiar (Cevid) em parceria com o Núcleo de Inteligência e Segurança Institucional (NIS), o Programa Indira tem como missão proteger e apoiar magistradas, servidoras, estagiárias, residentes, terceirizadas, comissionadas e demais colaboradoras da Justiça catarinense que enfrentam situações de violência.

Durante os encontros, realizados em dois turnos — pela manhã com trabalhadoras terceirizadas e, à tarde, com servidoras, magistradas e demais colaboradoras —, a assistente social da Cevid, Rosilene Aparecida da Silva Lima, e a policial civil do NIS, Bruna Mafra Castilho, conduziram as conversas.

O êxito das ações nas três comarcas teve apoio decisivo das equipes locais. Em Jaraguá do Sul, a diretora do foro, juíza Graziela Shizuiho Alchini, o chefe de secretaria do foro, Marlon Rodrigo Polvero, e o servidor César Augusto Oliveira Batista foram fundamentais para a organização e mobilização de 42 participantes.

Para a magistrada, os encontros recentemente promovidos na comarca, mais do que esclarecer e divulgar a política institucional de enfrentamento da violência doméstica e familiar e o protocolo integrado de prevenção e medidas de segurança implantado pelo Programa Indira, representaram um momento especial de diálogo e de reflexão sobre o tema.

“Com muita clareza e sensibilidade, a equipe nos mostrou a importância de olhar para a situação das mulheres com quem convivemos, de ter conhecimento dos mecanismos de proteção disponíveis e de que existe uma estrutura tecnicamente preparada para os encaminhamentos cabíveis dentro da nossa instituição, o que gerou sentimento de valorização e segurança às participantes”, ressaltou a juíza Graziela Shizuiho Alchini.

Já em Itapema, o engajamento da chefe de secretaria do foro, Juliane Márcia Correa Botton, possibilitou o acolhimento de 26 participantes. Em Tijucas, a chefe de secretaria do foro Dulcemara Borneman Correa garantiu o suporte logístico necessário para a participação de 25 mulheres. Destaque também para a assessora jurídica Anna Paula Mandelli Alves, que participou ativamente dos dois períodos e contribuiu de forma expressiva nas discussões. “Fiquei muito feliz em participar e mais ainda pela acolhida. O programa é muito importante, espero que um dia todos percebam o quanto esse programa é fundamental para nós”, compartilhou Anna.

Fonte: NCI/Assessoria de Imprensa

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