- A informação que gera opinião!

Réus são condenados a mais de 83 anos na Serra catarinense

Dois dos nove réus optaram pelo acordo de colaboração premiada.

Por Redação

8 de setembro de 2021

às 09:20

Compartilhe

 O juiz Alexandre Takaschima, titular da 2ª vara Criminal da comarca de Lages, sentenciou processo que apurou esquema de corrupção em contratação de empresa para administrar fornecimento de água e saneamento em Município da Serra catarinense, na chamada Operação Águas Limpas.

 Os nove réus, dos quais, sete ex-servidores públicos municipais e dois empresários, foram condenados pelos crimes de organização criminosa, corrupção ativa e passiva e crimes da lei de licitações. Os atos foram praticados entre 2013 e 2014. Somadas, as penas chegam a 83 anos e dois meses, e variam de prestação pecuniária e serviços à comunidade até reclusão em regime fechado, conforme o grau de gravidade de cada crime.

 Dois dos nove réus optaram pelo acordo de colaboração premiada. Já os sete ex-servidores deverão pagar, solidariamente, a quantia de R$ 2,6 milhões, a título de valor mínimo da condenação, a ser revertido ao Município.

 Todos poderão recorrer da decisão em liberdade. O processo tramita em segredo de justiça. Em outra ação relacionada aos mesmos fatos, o ex-prefeito foi condenado em 2019 pela Justiça catarinense a 31 anos e sete meses de reclusão pelos crimes de organização criminosa, corrupção ativa (por 22 vezes), dispensa indevida de licitação (por duas vezes) e fraude a licitação.

 Fonte: TJSC

Últimas notícias

Os profissionais chegaram a ser aplaudidos durante a pandemia, mas agora são alvo de desprezo de políticos que, em falha grave, estão passando por cima de uma lei federal; e poderão ser responsabilizados por isso.
Ao acatar representação do vereador Eder Ceola, Ministério Público solicitou vasta lista de informações à secretária de Saúde, Rozi de Souza.
Suspeita de fraude milionária com recursos federais envolve entidade de assistência social contratada por duas prefeituras catarinenses entre 2014 e 2016 e que, depois, com outro nome, firmou contrato com uma terceira prefeitura entre 2018 e 2020. Operação foi deflagrada em oito municípios.