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Vereador Eder quer saber porquê prefeito enterrou municipalização do lixo e valor de contrato foi alterado em R$ 1,14 milhão

Após caso ser revelado pelo portal Alto Vale Agora, parlamentar apresentou requerimento para que prefeito seja oficiado e dê três respostas aos contribuintes sobre gasto do dinheiro público.

Por Redação

10 de agosto de 2021

às 16:50

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 Cumprindo dever de fiscalizar o uso do dinheiro público, o vereador Eder Ceola (Podemos) emitiu requerimento ao presidente da Câmara de Vereadores de Taió (SC), William Henrique Noriller (PSD), para que o prefeito Horst Alexandre Purnhagen (MDB) seja oficiado a prestar esclarecimentos sobre as polêmicas que envolvem a coleta do lixo no município do Alto Vale do Itajaí. O documento entra na pauta do legislativo na próxima segunda-feira (16) e, em seguida, o ofício deverá ser encaminhado à prefeitura.

 O documento solicita informações relacionando três questionamentos: 1) a razão de o executivo municipal ter abandonado a municipalização e voltado a terceirizar a coleta dos resíduos sólidos; 2) o motivo da alteração do valor do contrato no Portal da Transparência, de R$ 1,36 milhão para R$ 228 mil, conforme revelou o portal Alto Vale Agora; 3) qual será, de fato, o período de exercício dos trabalhos terceirizados.

 A prefeitura de Taió recontratou a empresa DML Coleta e Transportes de Resíduos Ltda, de Otacílio Costa (SC), no final do mês passado. A decisão tornou-se polêmica. A gestão anterior havia investido na implantação da coleta seletiva, com caminhão próprio e contratação de uma cooperativa. A ideia era gerar empregos e lucro, além de zerar o prejuízo registrado com o serviço no município.

 Segundo uma declaração do ex-prefeito Almir Reni Guski (PSDB), a defasagem, entre o que o município arrecadava e o que tinha que pagar pela coleta terceirizada, chegava a 50%. Apesar disso, o atual prefeito resolveu voltar atrás e abandonar o modelo de municipalização.

 Fonte: Da Redação

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