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Hospital de Concórdia aplicará medicamento em pacientes com AME

O anúncio foi feito pelo presidente da Comissão de Saúde na sessão de quarta-feira (11) da Assembleia Legislativa.

Por Redação

12 de agosto de 2021

às 10:40

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 O Hospital São Francisco, de Concórdia, aplicará medicamentos em pacientes com atrofia muscular espinhal (AME).

 O hospital será o primeiro fora da capital a oferecer o tratamento. Atualmente, os pacientes são medicados no Hospital Infantil Joana de Gusmão, em Florianópolis.

 “Recebemos com muita alegria essa notícia, uma reivindicação de junho de 2020. Semana que vem devem ser atendidos dois pacientes. O credenciamento vai possibilitar que até do Extremo Oeste venham a Concórdia, sem necessidade de fazer uma longa viagem a Florianópolis”, informou Neodi Saretta (PT).

 Fabiano da Luz (PT) também destacou o credenciamento e agradeceu o gesto do Hospital São Francisco.

 “Notícia muito boa para crianças, famílias e apoiadores das crianças que têm AME. Existia uma dificuldade para aquelas crianças que precisam ser medicadas a cada três meses e precisavam se deslocar até Florianópolis. O hospital encaminhou ao secretário de Saúde a confirmação da disponibilidade para implantação do centro de aplicação de medicamentos e acompanhamento de pacientes com AME”, comemorou o ex-prefeito de Pinhalzinho.

 Moacir Sopelsa (MDB) e Nazareno Martins (PSB) também elogiaram a iniciativa do hospital.

 “O Hospital São Francisco é um orgulho nosso, lá está acontecendo investimento para mais 200 leitos, será um dos maiores hospitais de Santa Catarina”, revelou Sopelsa.

 “Uma grande vitória”, concordou Nazareno.

 Por outro lado, Neodi Saretta lembrou que o Hospital São Francisco ainda aguarda análise de pedido de credenciamento para a área da oncologia.

 “Recentemente o hospital inaugurou o serviço de tratamento oncológico para particulares e planos de saúde”, declarou Saretta, que questionou os motivos da alta ocorrência de câncer no Oeste barriga verde. “Precisa um estudo para explicar a altíssima incidência de câncer”.

 Fonte: ALESC

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