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Prefeito Alexandre vetará reajuste de 15,61% da ‘elite’ dos servidores?

Em dose dupla e sem perda de tempo, índice de recomposição inflacionária foi aprovado já na primeira sessão do ano da Câmara de Vereadores de Taió (SC).

Por Redação

26 de janeiro de 2022

às 21:10

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 A ‘elite’ dos servidores municipais está com o sorriso de orelha a orelha, depois que a Câmara de Vereadores de Taió, no Alto Vale (SC), iniciou o ano com o pé no acelerador dos gastos salariais do funcionalismo público. Já na primeira sessão do legislativo em 2022, os parlamentares concederam – por unanimidade – um reajuste total de 15,61% nos vencimentos.

 A novidade, custeada pelo dinheiro do contribuinte, já vale para o mês de janeiro, informa a assessoria da Casa.

 Os vereadores aprovaram duas propostas. Uma delas, encaminhada pela prefeitura, trata da correção inflacionária para servidores do executivo. A outra, da Câmara, contempla os funcionários do legislativo.

 O indexador utilizado para validar o reajuste foi o Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC): 5,45% são referentes ao período de janeiro a dezembro de 2020 e outros 10,16% são relativos aos 12 meses de 2021.

 Prefeito vai vetar?

 Informações de bastidores dão conta que o prefeito Horst Alexandre Purnhagen (MDB) poderá vetar o reajuste para a ‘elite’ dos servidores.

 Com a recomposição de valores, servidores mais bem remunerados da Câmara, que já ganhavam R$ 6,5 mil, passariam a receber perto de R$ 7,5 mil.

 Como uma das propostas partiu do próprio executivo e trata-se de “correção inflacionária”, resta saber se o prefeito vai encontrar amparo legal e ‘cortar na própria carne’, ou seja, vetar o reajuste para a ‘elite’ da prefeitura também.

 Justificativa

 De acordo com a Câmara de Vereadores, a medida foi adotada após um parecer do Tribunal de Contas de Santa Catarina (TCE-SC).

 Em resposta a um questionamento da Câmara de Vereadores de Florianópolis feito em dezembro, o órgão teria permitido juntar os reajustes anuais de 2020 e 2021, que permaneceram congelados pela Lei Complementar Federal nº 173/2020. 

 “O índice referente ao período janeiro/dezembro de 2020 (5,45%) não pode ser pago de maneira retroativa aos vencimentos de 2021, conforme informa o parecer”, acrescenta notícia do site da Câmara de Vereadores taioense.

Foto destaque: Arquivo Assessoria Câmara de Vereadores de Taió

 Fonte: Redação

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