- A informação que gera opinião!

Sessão especial comemora os 70 anos do Lacen

A programação foi uma iniciativa do deputado Dr. Vicente Caropreso (PSDB).

Por Redação

22 de setembro de 2021

às 10:00

Compartilhe
Share on facebook
Share on twitter
Share on whatsapp

 A Assembleia Legislativa promoveu na noite desta terça-feira (21) sessão especial em homenagem ao Laboratório Central de Saúde Pública (Lacen). O órgão completou 70 anos de fundação em 2021. A programação foi uma iniciativa do deputado Dr. Vicente Caropreso (PSDB) e aconteceu no plenário Deputado Osni Régis.

 De acordo com o parlamentar, nesse momento de pandemia e de turbulências seria fundamental ser norteado pela ciência, pela inteligência e pelo bom senso. Ele destaca que o Lacen representa 70 anos de sucesso e de profunda dedicação à saúde pública do Estado.

 “O Lacen é um órgão que orgulha o catarinense. Tem alta credibilidade e sempre se mostrou indispensável quando pensamos numa saúde pública preparada para enfrentar desafios e salvar vidas”, afirma Dr. Vicente.

 Criado no dia 24 de julho de 1951 por meio da Lei Estadual nº 503, o Lacen é parte integrante do Sistema Nacional de Laboratórios de Saúde Pública e laboratório de referência estadual.  Além da unidade central em Florianópolis, é composto por uma rede de laboratórios regionais em Criciúma, Joinville, Joaçaba, Chapecó e São Miguel do Oeste, e laboratórios municipais em Blumenau e Lages. A produção anual é de aproximadamente 780 mil ensaios e exames nas áreas de biologia médica e análise de produtos e meio ambiente.

 O enfrentamento da pandemia de Covid-19 tem sido um grande desafio para o Lacen, que passou a atuar em três turnos, inclusive aos finais de semana, para analisar cerca de 3 mil amostras diárias que a rede passou a receber. Além do diagnóstico do vírus SARS-CoV-2, o Lacen também atua na produção e distribuição dos kits de coleta para realização dos exames de diagnóstico da Covid-19.

 Fonte: ALESC

Share on facebook
Share on twitter
Share on whatsapp

Últimas notícias

Críticos consideram mecanismo autoritário, atentado à vacinação não obrigatória e risco à disseminação do vírus, além de criar ‘cidadãos de segunda classe’. No entanto, maioria dos prefeitos ouvidos na região defende ideia, apesar de ainda não haver planos para decretar medida. Outra parte dos gestores alerta que ação fere direitos, além de ameaçar liberdades. E, ao passaporte sanitário, eles dizem: “não”.
As críticas foram expostas na sessão de quarta-feira (13) da Assembleia Legislativa.
Caroline de Toni comandará os trabalhos do colegiado.