- A informação que gera opinião!

Aumenta o serviço de intérpretes de Libras na Alesc

A reunião de comissão contou com a tradução simultânea em Libras.

Por Redação

4 de agosto de 2021

às 12:40

Compartilhe
Share on facebook
Share on twitter
Share on whatsapp

 A Assembleia Legislativa do Estado de Santa Catarina deu, na manhã desta terça-feira (3), mais um passo rumo à inserção de um número maior de catarinenses em suas atividades. Pela primeira vez, a reunião da Comissão de Defesa dos Direitos da Pessoa com Deficiência foi transmitida pela TVAL com a participação de intérprete da Língua Brasileira de Sinais (Libras).

 De acordo com o deputado Doutor Vicente Caropreso (PSDB), o objetivo é “garantir que a comunidade surda possa acompanhar os debates” que acontecem no colegiado. Na avaliação do parlamentar, que preside a comissão, “as pessoas surdas têm o direito de ter uma participação mais efetiva” dentro das reuniões que definem, na realidade, a própria inserção na sociedade de todas as pessoas com deficiência, incluindo os surdos.

 Caropreso comentou que o fato “é um esforço grande” da Escola do Legislativo Deputado Lício Mauro da Silveira e da direção da Alesc para tornar “mais simples, fácil e objetiva” a participação de mais pessoas nos trabalhos da comissão. “Assim vamos conquistando cada vez mais espaços de maneira qualificada, de maneira respeitosa e contemporânea com o quê prevê a legislação”, citou o parlamentar.

 O trabalho dos intérpretes de Libras não é novidade na Assembleia Legislativa. O sistema foi implantado em agosto de 2013 na transmissão das sessões ordinárias da Casa. Posteriormente, as sessões especiais e solenes também passaram a contar com o serviço.

 Fonte: ALESC

Share on facebook
Share on twitter
Share on whatsapp

Últimas notícias

Orlando Silva disse que apresentará seu relatório nas próximas semanas.
O relator, senador Eduardo Gomes, rejeitou 36 emendas apresentadas ao texto. Em Plenário, quatro requerimentos de destaque para votação de emendas foram retirados pelos autores.
Senador Álvaro Dias (Podemos-PR) disse que essa medida evitaria a interrupção do fornecimento desses produtos, necessários ao tratamento do câncer, pela falta de recursos das instituições públicas que os produzem.